
Um balanço anterior dava conta de quatro palestinianos e de um israelita mortos neste confronto.
Em resposta, o exército israelita anunciou momentos antes uma “operação antiterrorista em grande escala” na Cisjordânia ocupada.
As Forças Armadas acrescentaram que decidiram adiar as licenças dos militares em todo o país e destacaram reforços para a Cisjordânia, numa medida destinada a aumentar o dispositivo de segurança na região.
Os dois israelitas mortos foram identificados pelo exército, um deles, de 27 anos, era comandante de um regimento de artilharia, possivelmente morto a tiro depois de um palestiniano ter roubado uma espingarda de assalto a um “agente de segurança” no meio do confronto, avançou o jornal Times of Israel.
O segundo israelita, de 32 anos, era um membro de uma equipa de defesa civil, indicou o mesmo jornal israelita.
No tiroteio, na aldeia de Tell, a sudoeste de Nablus (Cisjordânia ocupada) e perto do posto avançado de Havat Gilad, morreram quatro palestinianos, um colono judaico e dois militares israelitas.
Por seu lado, as autoridades palestinianas, afirmaram que quatro pessoas da Cisjordânia ocupada foram mortas “pelas forças de ocupação durante um ataque de colonos judaicos”.
Acrescentaram que, antes da chegada das forças israelitas, os colonos atacaram casas palestinianas em Tell.
De acordo com a agência de notícias palestiniana WAFA, soldados e colonos “abriram fogo indiscriminadamente”, matando quatro jovens palestinianos e ferindo quatro.
De acordo com o Ministério da Saúde da Palestina, 82 palestinianos foram mortos nas províncias da Cisjordânia ocupada desde o início do ano, 21 dos quais mortos por ataques atribuídos a colonos judaicos.





