
De momento, 39 voos com partida de aeroportos franceses já foram cancelados este sábado, referiu o jornal Les Echos, citado pela agência de notícias EFE, prevendo um número semelhante de cancelamentos nos voos de regresso.
A greve, apoiada pelos três sindicatos representativos do pessoal de cabine – SNPNC-FO, UNAC-CFE-CGC e UNPNC-CFDT -, foi convocada após o fracasso das negociações com a direção sobre as condições de trabalho.
A EasyJet opera nos aeroportos parisienses de Charles de Gaulle e Orly, bem como nos de Lyon, Nantes, Bordéus e Nice.
Os sindicatos denunciam uma “degradação contínua” das condições de trabalho e exigem, entre outras medidas, uma maior estabilidade nos horários.
Criticam as alterações de última hora, as sequências de voos durante vários dias e as rotações que consideram especialmente exigentes.
A greve insere-se numa convocatória apresentada pelos sindicatos para o período entre 07 de agosto e 02 de setembro, pelo que poderão ocorrer novas mobilizações nas próximas semanas.
Em França, a EasyJet conta com vários milhares de trabalhadores, dos quais uma parte significativa é constituída por tripulação de cabine.
França constitui um dos principais mercados da transportadora na Europa continental, onde a companhia britânica expandiu as atividades nos últimos anos.





