
As autoridades russas contabilizaram hoje mais de 9.200 civis russos mortos em ataques da Ucrânia desde o início da guerra, na sequência da ordem de invasão assinada, em fevereiro de 2022, pelo Presidente russo, Vladimir Putin.
Segundo a agência noticiosa russa TASS, que cita o responsável designado por Moscovo para acompanhar eventuais crimes de guerra cometidos pela Ucrânia, Rodion Miroshnik, as autoridades acrescentaram mais de 600 pessoas mortas em ataques durante o terceiro trimestre deste ano.
Numa conferência de imprensa, Miroshnik afirmou que “o número total de vítimas civis das ações das forças punitivas ucranianas desde fevereiro de 2022 ronda os 37 mil, das quais 9.213 morreram”.
O responsável russo indicou ainda que, entre julho e setembro de 2026, foram registadas 631 mortes e 4.990 feridos entre a população civil na sequência de ataques ucranianos.
Miroshnik acrescentou que “mais de 50 pessoas morrem ou ficam feridas diariamente às mãos de milicianos ucranianos”, numa referência às Forças Armadas da Ucrânia.
Por seu lado, as Forças Armadas ucranianas afirmaram, numa publicação nas redes sociais, que o Exército russo sofreu cerca de 1.595.000 baixas desde o início da guerra, entre mortos e feridos. As autoridades russas não divulgam há vários meses um balanço das baixas militares.




