
Passo a passo, Washington e Teerão voltaram a aproximar-se de uma guerra total, à medida que o acordo provisório do mês passado, que visava acabar permanentemente com os combates, ruiu e o tráfego de navios no Estreito de Ormuz praticamente parou.
Ambos os lados têm visado infraestruturas civis das quais dependem milhões de pessoas.
As forças militares dos EUA informaram que o membro das forças armadas foi morto no Iraque, no sábado, durante a “detonação controlada” de um ‘drone’ iraniano que tinha sido abatido.
Anteriormente, os militares tinham afirmado que os seus ataques tinham como alvo a Guarda Revolucionária paramilitar do Irão, como retaliação pela morte de tropas na Jordânia, na sexta-feira.
Um membro das forças armadas continuava desaparecido após esse ataque, e o novo comunicado militar referiu que foram encontrados “restos mortais não identificados” este domingo, que se encontram sob análise.
Desde que a guerra começou, foram mortos 17 membros das forças armadas dos EUA.
A retoma das trocas de tiros, que entra agora na sua segunda semana, levou os EUA a ter pontes, centrais de dessalinização de água e instalações elétricas como alvos no Irão.
Teerão, por seu lado, atingiu países aliados dos EUA em todo o Médio Oriente.
O Kuwait, a Jordânia e o Bahrein voltaram a ativar as defesas aéreas para fazer face à aproximação de mísseis e drones iranianos.
Israel alertou que os mísseis lançados em direção à vizinha Jordânia poderiam fazer com que o fogo alastrasse ao território israelita pela primeira vez em semanas.





