
Entre junho e agosto, os EUA contíguos, isto é, sem o Alasca ou o Havai, registaram uma temperatura média de 23,6 graus centígrados (ºC).
Este valor excede em 0,2ºC os recordes de 1936 e 2021, repetidos em 2022 e 2024.
Isto significa que quatro dos cinco verões mais quentes registados nos EUA ocorreram durante os últimos seis anos, tendência que reflete a influência da rutura climática global.
Depois de um mês de julho já recorde nos EUA, com uma temperatura média nunca vista desde o inicio dos registos, em 1895, o mês de agosto de 2026 foi o mais quente alguma vez registado, segundo a NOAA.
Este novo recorde mensal ocorre depois de os EUA, primeiro emissor histórico de gases com efeito de estufa, ter registado este ano a sua segunda primavera mais quente e enfrentar uma vasta seca.
Os dois principais reservatórios de água nos EUA, situados no Oeste, atingiram em agosto os seus níveis mais baixos de sempre.
Da mesma forma, as temperaturas atingirem níveis excecionais este verão na Europa, com os meses de junho e julho a serem os mais quentes desde que há registos.





